Domingo 18 de Dezembro de 2011, última etapa do Circuito das Estações Adidas 2011, para completar a mandala debaixo de um sol, Eu estava lá.

 

 

Ao chegar da praça em frente ao estádio do Pacaembu em São Paulo, local da largada, minha preocupação eram duas, terminar a prova com o tempo abaixo de uma hora e dez minutos, média das últimas corridas e conseguir chegar ao hotel a tempo de assistir pelo menos os minutos finais do jogo entre Barcelona e Santos pelo mundial de clubes da FIFA. Com isso tinha que aumentar bastante meu ritmo e manter-lo assim durante toda a prova, mas em contrapartida um grande vilão já mostrava sua cara logo cedo, o sol, este que tem sido ao longo dos anos um dos grandes vilões nas minhas corridas.

Feito o alongamento e aquecimento, de forma tranqüila, pois havia chegado ao local da largada com uma hora de antecedência, pude observar varias equipes de corridas, assim como vários corredores se preparando para correr esta ultima etapa. Fui para o local da largada, bastante concentrado em abaixar meu tempo, mas preocupado com o sol, que mais tarde iria se tornar o grande vilão.

A Prova:

Dada a largada, no meio de vários corredores, puxei um ritmo forte, para tentar fugir da multidão que se aglomera logo no inicio da prova. Seguindo em frente e determinado estava correndo com pace na casa dos cinco minutos, mas ao passar pelo quilômetro dois, logo veio o primeiro vilão, a subida no Elevado Costa e Silva (minhocão), nesse momento minha energia foi embora, por um momento, percebi que alguma coisa estava errada e diminui bastante o ritmo, deixando que vários corredores me ultrapassassem. Ao chegar à parte de cima do Elevado, veio o segundo vilão, o sol, fazendo com que o pouco de energia que me restara fosse embora. A partir daquele momento meu objetivo passou a ser um só, completar a prova, não importando mais o tempo nem o jogo que começava naquele momento. Passando pelo segundo posto de hidratação, minha preocupação era repor o líquido do organismo e me refrescar, já que o sol estava castigando muito. No retorno no quilômetro cinco com um ritmo lento, segui em direção à descida do elevado, pois sabia que havia um posto de hidratação no quilômetro oito. Mas ao chegar ao posto de hidratação, uma surpresa, assim como vários corredores ficaram surpresos, não havia mais água, somente gelo, que passou a ser a única opção de hidratação até o fim da prova. Nesse momento lembrei-me dos vários corredores que estavam para trás, alguns menos experientes em corridas de rua, a necessidade de hidratação, pois como já mencionei o calor estava muito forte naquele momento. Seguindo em frente com um gelo nas mãos e sentindo bastante sede, logo avistei o local de chegada, que depois de uma hora e dez minutos, completei os dez quilômetros do circuito das estações Adidas. Após me hidratar, pegar a medalha, toalha e frutas, lembrei-me do jogo que acontecia naquele momento, voltei para o hotel e ainda consegui assistir os minutos finas da vitória do Barcelona sobre o Santos. Depois que o “sangue esfriou”, surgiu uma dor no joelho esquerdo que me trouxe preocupação, já que ainda restava a última corrida do ano a São Silvestre. Mas essa eu conto no próximo post, é isso aí!

Pontos Positivos: A organização da prova e o percurso durante todas as etapas. Estão de parabéns!!!

Pontos Negativos: Acabou água no quilômetro oito, muita gente teve chupar gelo!

Segue abaixo o video documentário:

Segue abaixo os detalhes da corrida:

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Ta certo!

JRoberto

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